Paulo, desculpe, mas acho que não consegui te encontrar na cantina. Quem sabe se navegando nesse Oceano nossos barcos não se cruzem? Quando minha nau atravessas algumas imtempéries, fruto de mapas parcamente traçados, poderemos quem sabe concluir a análise, entrar no furo do jornalista de quem falamos?
PS: Estou sentindo-me muito público aqui, por isso posto poeticamente rsrs.
terça-feira, 26 de maio de 2009
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